top of page

Prazer, meu nome é tentação

  • 5 de nov. de 2016
  • 4 min de leitura

Os números dos últimos censos apontam um quadro de crescimento do povo evangélico. Porém, nunca foram tão tentadores aos adoradores de Deus os costumes e comportamento exercido na sociedade.

O fato do que é ou não possível ao crente gera debate até natural e necessário. Por não se tratar de batalha entre o certo e o errado, nem ao que pode e ao que não pode, mas sim, o decorrente da escolha de um caminho de retidão a seguir, não é retumbante. Em 1 Coríntios 6:12 “Todas as coisas me são permitidas, mas nem todas são saudáveis”, vaticina sobre o tema do conflito. Também, responde o motivo em não ser possível esgotar a discussão: “Na mesma proporção que o cristão tem por finalidade trazer almas para o Reino de Deus, ele vai se deparar com influências tentadoras que podem o distanciar do Espírito Santo”. Como lidar fica a cargo de cada um na sua ‘escolha diária’.

Desta forma, o tratamento do bulling a quem ‘prega a palavra’ não é coisa aleatória, mas sinal do tamanho do enfrentamento do inimigo. Por isso da importância em se fortalecer na fé a Cristo. A igreja segue como a ferramenta indicada e estratégica por isso da importância em se multiplicarem. São milhares os ‘desviados’ para serem buscados para a ‘salvação’, porém é visto as olhos nu o tamanho da tentação dos fiéis a mudarem de igreja por razões razas. "29 "Venha", respondeu ele. Então Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi na direção de Jesus. 30 Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: "Senhor, salva-me!" 31 Imediatamente Jesus estendeu a mão e o segurou. E disse: "Homem de pequena fé, por que você duvidou?" 32 Quando entraram no barco, o vento cessou. 33 Então os que estavam no barco o adoraram, dizendo: "Verdadeiramente tu és o Filho de Deus". Mateus 14: 29-33. – Assim, é possível entender que tanto Pedro, como todos os demais são convidados a presença do Senhor, já a graça está na permanência de estar voltado e focado para Cristo indiferente ao mau tempo das águas em sua volta.

Quem nunca contou ou escutou a história da Branca de Neve e os Sete Anões? A obra infantil cheia de encantos e magias tem por narrativa em momento derradeiro uma maçã dada pela bruxa a Branca de Neve. A “velhinha” é o próprio espelho do mau revestido em pele de cordeiro tanto em físico como em espírito. A oferta é alimento de aparência sem igual em cheiro, aparência, como em tentação a ser mordida. Só que basta o toque dos lábios para o veneno ser fatal. Coincidência ou não dada pelo autor tanto a fruta como o mau se camuflando em persuasão faz lembrar Adão e Eva. Além, de apresentar as crianças que ‘salvação’ da Branca de Neve – pessoa inocente de caráter e ação chega pelo sopro do amor humano por um príncipe encantado.

O que é possível tirar da história são três indicativos: se ater na história como conto é prerrogativa do mundo, já se apegar ao fato da maçã e a bruxa é um sintoma da religiosidade. Agora entender de não ocorrer opção de salvação que não seja Jesus Cristo nem mesmo em fábula infantil é compreender o propósito maior cristão.

Na música, não é diferente a tentação. A chamada ‘música secular’ que foi chegando à medida de diminuir a influência da igreja Católica no ocidente é a maior ferramenta em massificar uma alternativa distante da salvação por Cristo. A constelação é grande aos corações partidos; almas aflitas; desgostos; gostos; aptidões; opções; crenças; nostalgia; arrependimentos; influência, soluções espirituais; aponta ritmos, tendências culturais e até éticas. A música secular na prática é um grande manifesto a distanciar o homem da presença de Jesus.

É possível até exaltar dos louvores terem saído das igrejas cristãs em grande estilo porque não dizer, mostrando ao mundo o verdadeiro caminho. Mas o que era para ser pura manifestação de ‘adoração’, tomou ares de estrelato. Surgiu a tendência mercadológica gospel para se tornar tendência no mercado da música.

Fica até vazio e improdutivo as teses das canções serem inspiradas pelo Espírito Santo ou não as que devem ser ouvidas pelo povo de Deus. A importância está no propósito a ser alcançado por cada melodia. Jesus disse: "Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela" e continuou escrevendo na terra. – Por isso julgar tem sempre alto preço. Entender da importância da questão esta na centralidade para Deus ser vista no caráter, no coração e mente, no compromisso com a verdade, no orar, no se arrepender de fato ante ao pecado. É na celebração verdadeira a Deus no reconhecer que o único que salva e é digno em ser louvado e adorado é o Senhor Jesus Cristo, o eixo da vida. Isto, por si só, responde aquilo a ouvir.

Já, das prerrogativas de quem paga a conta por cair em tentação fica direta, sem interlocutores, entre a pessoalidade do indivíduo com Deus. A adversidade não é algo novo aos cristãos, por isso não serve como justificativa. No Tempo dos Apóstolos as perseguições, injurias e violências físicas eram constantes a eles, o perigo a que eram submetidos não foi impedimento a recuarem e darem voz as tentações.

Um conselho. Da literatura o cuidado é como ler, folhar a Bíblia e balbuciar palavras até mesmo a criança o faz. Dito isso, é possível até dizer que as fronteiras estão postas, distinguir o que vem de Deus, somente ocorrerá para aqueles que se preparam em espírito e verdade para enfrentar uma diária caminhada cheia de armadilhas e tentações.


 
 
 

Comentários


Featured Posts
NOTÍCIAS ANTERIORES
Search By Tags
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square
bottom of page