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Igreja bageense alça vôo social Rumo à África

  • 1 de nov. de 2016
  • 3 min de leitura

O Líder da Província Sofala no Distrito de Machanga, Moçambique, na África, Pastor Carlos Fulapice entrou em contato com a igreja Templo da Fé e da Glória de Deus, através do Projeto Social Caminho do Bem pedindo ajuda para a comunidade que se encontra em um estado de extrema vulnerabilidade sócio econômica

Foto: Arquivo / IFGD

Conforme a coordenadora líder Ana Paula Nunes a situação daquela comunidade protagonizou a criação do Projeto Rumo a África. Com a finalidade em atender 50 órfãos e 37 viúvas, além de contemplar também as famílias e Idosos que vivem em um extremo estado de miséria. “As viúvas dependem da colheita para sua sobrevivência e como a três anos não chove muitos estão morrendo por causa da fome ou mesmo se contaminando com doenças pela fraqueza e falta de vitaminas”, ressalta Nunes enfatizando para a gravidade daquelas pessoas, os órfãos de pai e mãe que vão a escola, estudam sem materiais escolares, andam descalços, mas mesmo assim, conforme a coordenadora não desistem da educação. Ana cita o exemplo do menino com aproximadamente 13 anos que presta serviço na comunidade para alimentar a si e seu avô, “O que ele consegue ganhar são apenas algumas moedas”, se emociona e complementa, “Muitas das crianças vendem garrafas de águas para poder sobreviver”.

Para Ana Paula a miséria tomou conta desta comunidade que espera ansiosamente pela ajuda do Projeto Social Caminho do Bem. Mas ocorre uma serie de medidas burocráticas que devem ser respeitadas para ser efetivado o Projeto Rumo a África. Isto ocorre, já que existe dentro do Projeto doações de cesta básica e de materiais, mas é proibido levar item do Brasil. A arrecadação, pro este motivo é somente em dinheiro. A aquisição dos produtos tem de serem comprados no país e uma equipe fará a viagem. “Todo o arrecadado é somente para eles. As passagens vão ser arrecadados em separado, são R$ 8 mil de ida e volta, mas muitas são as promoções que algumas vezes chegam a serem vendidas pela metade do preço”, explica.

Até agora o Projeto tem se mantido financeiramente com atividade de ação entre amigos, venda de pratos doces e salgados na sede do Projeto na Avenida Barão do Triunfo, 748, centro/Bagé. É distribuído para pessoa física e jurídica a “Caixinha Solidária” que atua como um cofre onde a pessoa interessada leva para casa ou empresa e devolve quando ficar totalmente recheado de ofertas.

Isto ocorre, já que o Estatuto necessário ainda não está pronto e sem ele fica impossível começar a arrecadação de doações como pedágio solidário e também com ligações de telemarketing. “Por enquanto estamos focando na caixinha Solidária”. O atraso foi motivado por uma serie de mudanças em razão de constar no Projeto a ida dos integrantes para Moçambique. “A previsão é de ir no meio do ano. O Estatuto está demorando a ser concluído, são cláusulas que precisam de ajustes e atrasa a arrecadação de maior porte”, desabafa, mas não perde o entusiasmo “Mas mantemos confiantes de manter os prazos previamente definidos”.

Os integrantes do Projeto consistem do presidente a coordenadora líder e os membros do Projeto que são os cooperadores. A Presidente é a missionária Thais Guedes, o pastor Rafael Zanetti vice-presidente, coordenadora líder Ana Paula Nunes, tesoureiro Nei Afonso Severo, cooperadores Stheffany Nunes, Igor Machado Rodrigo Pereira, Sheila Lopes, Leonardo Marques e Maria Delgado. Maiores Informações na Rua Barão do Triunfo 748, centro, Bagé.



 
 
 

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