Pesquisadores abriram Túmulo de Jesus para ser estudado
- 29 de out. de 2016
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FOTO / JLASCAR CC BY 2.0

A edícula na igreja do sagrado sepulcro onde fica o túmulo de Jesus é considerada um dos locais mais sagrados pelos cristãos do mundo todo. O lugar foi identificado pela mãe do imperador romano Constantino, Helena, em 326 d.C., que mandou construir a Basílica do Santo Sepulcro
O túmulo localizado na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, onde o corpo de Jesus Cristo foi sepultado, segundo a tradição cristã, fechado desde 1555, foi aberto por Pesquisadores da Universidade Nacional e Técnica de Atenas para realizar além do projeto de restauração pesquisa sobre a tumba por arqueólogos
O local que supostamente Cristo foi enterrado está coberto por uma edícula com placas de mármore há 461 anos, por isso não era possível ver o interior do túmulo. Na retirada da primeira camada foi encontrada uma pilha de entulho e nova pedra de mármore, que também será removida para que os arqueólogos possam visualizar á caverna de pedra.
Foi um longo processo até os pesquisadores receberem a autorização em 2015, pelos seis grupos religiosos católicos, ortodoxos e coptas que regem a basílica, através de um acordo de 1852, para investigar o local. Na programação as investigações ocorrerão até março de 2017 e os arqueólogos conduzirão a restauração logo após.
A revista National Geographic, acompanhou a abertura e está filmando a evolução dos trabalhos, informou que a análise do túmulo deve permitir aos pesquisadores entenderem a forma original da tumba. “A técnica que estamos usando neste monumento único permitirá que o mundo estude nossas descobertas como se eles mesmos estivessem na tumba de Cristo”, disse a pesquisadora Antonia Moropoulous. Além, estam agora iniciando uma fase aguardada há muito tempo. Pela primeira vez em séculos, os cientistas expuseram a superfície do local considerado como o túmulo de Jesus Cristo.
“A cobertura em mármore do túmulo foi retirada e, fomos surpreendidos pela quantidade de material de enchimento que estava por baixo. Vai ser uma análise científica longa, mas vamos poder finalmente ver a superfície rochosa original que de acordo com a tradição suportou o corpo de Cristo”, indicou à publicação Fredrik Hiebert, um dos arqueólogos que trabalham no local.
Cientistas comemoram a oportunidade, que para muitos é sem precedentes para estudar a superfície original daquele que é considerado o local mais sagrado cristão.









































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