Tudo para honra e glória do nosso DEUS
- 16 de ago. de 2016
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Nação Jovem, grupo jovem da igreja Templo da Fé e da Glória de Deus, na festa do seu segundo aniversário reuniu mais de 250 pessoas no final da tarde de sábado, 13.
Sucesso. Foi o sentimento gerado por todos, onde o que se viu foi jovens pularem, dançarem, cantarem, louvando ao Senhor, ao som de Rock, Funk e Rap resgate. Passaram pelo palco várias atrações, como o Rapper Du, músico conhecido no cenário nacional, que já se apresentou inclusive em evento de porte como o Planeta Atlântida e é de Porto Alegre; Mano “J” Athos Rap da Fazenda Esperança, que tem um belo testemunho; também estiveram presentes o The Manifest – Dança de Rua, que nem todos são convertidos, mas com intuito de conhecerem os evangélicos foram convidados a se apresentarem. Além do Projeto Rodart da prefeitura municipal.
“Tudo isso exigiu muito empenho e dedicação dos jovens”, explica a obreira Ana Paula Wolff. Foram semanas de muito empenho por parte do grupo. Uma tarefa que pelo resultado obtido pareceu bastante simples a equação, mas a verdade é que envolveu muitas demandas. Montagem de equipe para servir, produzir dois bolos, mil cachorrinhos, tudo regado a muito refrigerante. Ônibus para facilitar o acesso dos convidados de localidades mais distantes. “A gurizada do ‘Nação Jovem’ se desdobrou vendendo croquetes, pastéis e chaveiros. Teve gincana para conseguir os refrigerantes, até votos de caipira de R$ 1,00 e doações foram necessários. Além dos cartazes, panfletos e redes sociais na divulgação. Por fim, inovamos ao transmitir o evento ao vivo na internet pelo Facebook”, comemora.
No quesito de como a Igreja consegue alcançar estes jovens, a obreira explica do trabalho ser diferenciado. Pessoas de outras congregações acham bonito e interessante o que fizemos e até pegam para trabalhar nas suas respectivas igrejas. O formato é de muito trabalho na rua. “Temos o princípio que não adianta só ficar na igreja se tornando cristão e tendo aquela diferença só aqui dentro”. Quando chegam nas praças não menosprezam outros ritmos musicais, por exemplo. Geralmente são questionados de ser possível escutar o Funk, por este ser de reconhecimento de teor sensual e até mesmo da prostituição. A resposta é de não só escutar, mas também dançar, porém de forma legal que fale para Jesus. Levar esta proposta para as ruas faz a diferença.
Assim, o que foi visto por todos no evento é o respeito dos que curtem Rock, Funk e Rap cada um estilizado com sua tribo. Desta forma sentamos ao lado dos jovens, lá fora. Não ficamos falando Glória a Deus, Aleluia. Porque eles vão dizer ‘é crente’. Não vai dar certo!
Tem que falar a mesma linguagem só que em testemunho. A pessoa que não viveu, não leu, não teve nenhum contato com Jesus, precisa escutar da pessoa o que mudou na vida dela. Não pode ter barreiras, mesmo que estiver fumando ou bebendo tem que sentar ao lado. “Sabia que eu era assim e segue narrando a sua história. O que mais acontece é ele dizer você está falando da minha vida”, conta.
Foi isso o retratado na peça teatral apresentada “O preço do pecado!” O que acontece sobre amizade, vício, paixão, vida sentimental e as frustrações na vida. Por isso, se tem grupo de drogado a gente senta e fala com eles. Um monte de jovem já foi drogado e sabe como falar. “Ser cristão não é só mudar a peça de roupa, mas mudar por dentro”, enfatizou Wolff.


Equipe. Tiago Messias, Obreira Andreia, Obreira Cleusa Aires, Ana Márcia Chimendes, Obreira Ana Jardim, Maria Emília

Os obreiros Helbio Wolff e Ana Paula Wolff

Ana preparou o delicioso bolo









































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