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Sinais da volta de Cristo

  • 23 de nov. de 2015
  • 2 min de leitura

A Lua de Sangue segue na pauta das discussões cristãs


Estudiosos cristãos apontam para as pessoas refletirem sobre os tempos proféticos vividos no atual momento. É fato que temas apocalípticos sempre renderam muitas discussões. Surgem especulações de todos os tipos e gêneros. Não sendo novidade que uma e outra tese imediatista da vinda de Cristo seja pauta de artigos e notícias. Em decorrência das aparições das luas de sangue no início deste ano, o tema sinais nos céus rendem calorosas discussões no meio cristão.

Se incluir aos fatos ocorridos no céu, ataques contra os cristãos por muçulmanos radicais como nos Estado Islâmico e Boko Haram. O surto de Ebola na África, que afeta pelo menos cinco países e é sempre ameaça em tornar-se uma epidemia continental. O crescimento de ataques em Jerusalém nos últimos meses, mais os terremotos, que conforme estudos há considerável aumento dos tremores que atingiram mais de 6 pontos na escala Richter, os números confirmados dão conta de 116. Fato relevante este que, 70 deles durante a primeira lua de sangue. Ou seja, em 2014, um crescimento médio superior a quatro vezes em relação aos grandes terremotos na última década. Estes fatos para muitos são considerados como a chamada “as dores de parto da vinda do Messias”.

“Estamos vivendo o relógio profético’, sinaliza o teólogo, pastor e estúdios sobre profecias da bíblia Mark Biltz. Para ele o período da Grande Tribulação descrito no Apocalipse se iniciará em 2015. Para Biltz, há sinais claros que estão no céu e na terra de que a Grande Tribulação começará em um ano, no máximo. A aparição da primeira lua de sangue na última Páscoa marcou o início do processo. Segundo informações do portal Notícia Cristiana, desde 2008 ele vem fazendo o que ele chama de “alerta para a Igreja”, através das quatro luas de sangue em datas proféticas entre 2014 e 2015,

Já o pastor da igreja Pentecostal a Paz do Senhor Jesus de Candiota, Ilvo Klein, a tendência é de aumentar os sinais “esses sinais que estão acontecendo indicam que a volta de Jesus está próxima, mas não é possível precisar, mesmo que os sinais se tornem mais constantes e claros” ressalta. O fato dos refugiados que chegam no ocidente vitimas de conflitos serem oriundos de uma terra onde o evangelho é pouco difundido, para lugares de extrema acessibilidade deve também ser considerado. Aos que levam este fato ao terreno puramente de desdobramento da luta econômica e política, o pastor indica Marcos 13, versículo 10: “Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações”.

Outro fator são referentes as tribulações e os muitos conflitos de todas as ordem vista por todo o planeta. “É sinal do “princípio das dores. Maldito homem, que confia no homem”, acrescentou Klein e citou Mateus 24, versículo 6: ‘E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim”. O momento é pleno em aceitar Jesus como Salvador. Para tanto é ver em Marcos 16, versículo 15: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”, concluiu.


 
 
 

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